Grávida Pode Usar Repelente? 5 Opções Naturais Seguras

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Veja se uma mulher grávida pode usar repelente ou se é mais aconselhável evitar o produto e buscar opções naturais seguras contra insetos.

Como o próprio nome já entrega, um repelente é um produto utilizado para repelir mosquitos, carrapatos, moscas e outros insetos que mordem ou picam. Como você provavelmente já deve saber, em alguns casos, esses bichinhos podem trazer doenças.

Entretanto, ao contrário do que alguém poderia imaginar, esses produtos não matam os insetos. Na realidade, os repelentes afetam os sentidos como o olfato e o paladar desses animais, de modo que eles não são capazes de identificar um hospedeiro humano.

Tudo porque os mosquitos e carrapatos são atraídos pelos odores da pele e pelo dióxido de carbono que as pessoas exalam, além de utilizarem calor, movimento e indicações visuais para encontrar um hospedeiro em potencial.

No entanto, a extensão de proteção e eficácia dos repelentes pode variar de produto para produto. Mas será que qualquer pessoa pode usar repelente sem maiores preocupações? Por exemplo, sabemos que existem alimentos perigosos para grávidas que elas devem evitar, mas isso se estende a produtos como o repelente?

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Você vai ver neste artigo:

Uma grávida pode usar repelente?

É normal que uma gestante queira se proteger contra os insetos que podem afetar não somente ela como também a saúde do seu neném. No entanto, antes de sair comprando o primeiro produto que vir pela frente, a futura mamãe precisa saber se uma grávida pode usar repelente, não é mesmo?

Essa preocupação não é injustificada porque, de acordo com o NPIC, todas as substâncias químicas, o que inclui os repelentes, apresentam algum grau de toxicidade, que pode variar de produto para produto e conforme o modo de exposição ao produto – se ele foi comido, tocado ou respirado.

Pois bem, uma nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que os produtos repelentes de uso tópico podem ser aplicados nas gestantes desde que eles estejam devidamente registrados no órgão e que as mulheres sigam as orientações de uso apresentadas no rótulo.

Segundo a Anvisa, pesquisas realizadas em seres humanos ao longo do segundo e do terceiro trimestre de gravidez e durante o primeiro trimestre de gestação em animais apontaram que o uso tópico de repelentes à base de n,n-Dietil-meta-toluamida (DEET) é seguro para grávidas, com concentração entre 10% a 50% de DEET.

A nota da Anvisa destaca ainda que no Brasil é possível encontrar as seguintes substâncias repelentes em cosméticos: Hydroxyethyl isobutyl piperidine carboxylate (Icaridin ou Picaridin) e Ethyl butylacetylaminopropionate (EBAAP ou IR3535), além de óleos essenciais como Citronela.

O documento da agência também indica que esses compostos são considerados seguros para uso em produtos cosméticos, conforme compêndios de ingredientes cosméticos internacionais, porém, assinala que não foram encontrados estudos de segurança realizados em gestantes a respeito dessas substâncias.

Quando se trata de produtos à base de outros princípios ativos que não o DEET, o melhor é conversar com o obstetra para saber a grávida pode usar repelente e a forma mais correta de utilizar o produto em questão.

Cuidados gerais ao utilizar um repelente

Agora que já analisamos se uma grávida pode usar repelente, precisamos conhecer algumas precauções que a utilização do produto requer.

Os repelentes costumam ser passados na pele e, quando utilizados desta maneira, a toxicidade é considerada baixa ou muito baixa. Entretanto, é possível inalar a substância quando ela é aplicada na forma de spray.

Além disso, se as mãos não forem propriamente lavadas durante o uso, os resíduos podem ser ingeridos sem querer.

Recomenda-se tomar cuidado para não expor os ouvidos, os olhos e a boca ao repelente e obedecer a todas as orientações da embalagem do produto na hora de aplicá-lo. Também é necessário seguir as seguintes precauções:

  1. Aplicar uma quantidade de repelente suficiente para cobrir a pele exposta, evitando cometer excessos;
  2. Seguir as instruções da embalagem do produto para saber quanto tempo deve esperar antes de passar novamente;
  3. Não usar repelente debaixo da roupa;
  4. Não aplicar o produto em cortes abertos ou na pele irritada ou queimada de sol;
  5. Não passar spray de repelente no rosto, nos ouvidos ou perto dos olhos e da boca. Para aplicar o produto no rosto, a recomendação é passar primeiramente nas mãos e depois esfregar no rosto;
  6. Lavar a pele e as roupas depois de usar o repelente ao retornar para dentro de casa, sem se esquecer de usar essas roupas somente depois de ter lavado.

5 opções naturais seguras de repelente

Precisamos registrar que os especialistas não recomendam o uso de produtos naturais como a única maneira de repelir os mosquitos.

Acredita-se que, em geral, os compostos à base de ervas, frutas cítricas, eucalipto ou citronela apresentam uma função limitada por terem durabilidade curta. Alguns deles duram apenas 15 minutos.

E parece que não adianta abusar desses produtos naturais para ver se a eficiência melhora: em grande quantidade, a dispersão dessas moléculas produz um odor forte que pode provocar dores de cabeça ou atrair os mosquitos no lugar de afastá-los.

Por isso, antes de usar qualquer alternativa de repelente natural é essencial consultar o médico que acompanha a gestação para saber se eles realmente podem contribuir com a fuga aos insetos e aprender como usá-los com segurança.

Abaixo você confere algumas estratégias naturais e caseiras apontadas como úteis para repelir insetos:

1. Eucalipto, citronela e cravo-da-índia para limpar a casa

O mais recomendado é utilizar repelentes naturais feitos com cravo-da-índia em produtos para a limpeza da casa. Aparentemente, esses realmente espantam uma série de espécies de insetos indesejáveis.

2. Óleos essenciais de copaíba ou andiroba

O óleo de copaíba ou andiroba podem ser aplicados na pele para funcionar como repelentes naturais que podem ser utilizados pelas grávidas. Entretanto, como já aprendemos que a eficácia dos repelentes naturais é questionada por especialistas, o ideal é conversar com o médico para saber se e como é possível usar esses óleos essenciais apenas para complementar uma ação repelente.

3. Usar roupas compridas e claras

Ainda que os mosquitos consigam picar através dos tecidos, usar calças compridas e blusas de mangas longas cria uma barreira a mais contra eles.

Melhor ainda se as peças tiverem uma tonalidade clara: enquanto esses bichinhos se direcionam melhor para os alvos escuros, os claros, que têm mais reflexão de luz, confundem a visão deles.

4. Não utilizar perfumes fortes

A gestante que gosta de exalar um cheirinho mais marcante deve deixá-lo de lado porque pernilongos, borrachudos e o temido Aedes aegypti são atraídos por cheiros marcantes.

5. Não acumular água

Esse conselho é básico e antigo, mas não deve deixar de ser obedecido: como os mosquitos se reproduzem na água, é crucial cobrir as piscinas e caixas d’águas e impedir que junte umidade em vasos de plantas e pneus.

Fontes e Referências Adicionais:

Você já se perguntou se grávida pode usar repelente? Que tipo de repelente costuma passar? Comente abaixo!

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