Asma: exames para diagnosticar a doença

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O diagnóstico da asma geralmente pode ser feito apenas através da avaliação clínica realizada por um pneumologista ou imunoalergologista, por exemplo, já que os sintomas apresentados, o histórico familiar e a presença de alergias podem ser suficientes para confirmar a asma.

Os sintomas mais clássicos que geralmente levam o médico a desconfiar de asma incluem:

  • Tosse intensa;
  • Chiado ao respirar;
  • Sensação de falta de ar;
  • Sensação de “aperto no peito”;
  • Dificuldade para encher os pulmões de ar.

As crises de asma tendem a ser mais frequentes à noite e podem, até, levar a pessoa a acordar do sono. No entanto, também podem acontecer em qualquer outro momento do dia, dependendo do fator desencadeante.

Além disso, caso a pessoa esteja com uma crise de asma no momento da avaliação, o médico também pode avaliar outros fatores físicos, como o uso dos músculos das costelas para ajudar na respiração ou auscultação do funcionamento dos pulmões, por exemplo.

Veja que outros sintomas podem indicar um caso de asma.

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O que dizer ao médico na avaliação

Algumas informações que podem ajudar o médico a chegar mais rapidamente ao diagnóstico, além dos sintomas, incluem o tempo de duração das crises, a frequência, intensidade, o que se estava fazendo no momento em que surgiram os primeiros sintomas, se existem outras pessoas na família com asma e se existe melhora dos sintomas após fazer algum tipo de tratamento.

Quando fazer exames para asma

Embora os sintomas sejam muito importantes para levar o médico a desconfiar de asma, também existe um exame que deve ser feito em todos os casos e que, geralmente, confirma o diagnóstico: a espirometria.

Esse exame ajuda a identificar a presença de estreitamento dos brônquios, que é comum na asma, através da avaliação da quantidade de ar que se consegue expirar depois de uma respiração profunda e a rapidez com que o ar é expelido para fora. Normalmente, os resultados desse exame indicam uma diminuição nos valores de VEF, FEP e na relação entre VEF/CVF.

Saiba mais sobre como é feita a Espirometria e quando é indicada.

Outros exames que podem ser utilizados

Após fazer a avaliação clínica e a espirometria, o médico pode ainda recorrer a outros exames, como:

  • Raio X do tórax;
  • Exames de sangue;
  • Tomografia computadorizada.

Estes exames nem sempre são utilizados, já que servem especialmente para despistar outros problemas pulmonares, como pneumonia ou pneumotórax, por exemplo.

Critérios para o diagnóstico da asma

Para fazer o diagnóstico da asma, o médico geralmente baseia-se nos seguintes parâmetros:

  • Apresentação de um ou mais sintomas de asma como falta de ar, tosse por mais de 3 meses, chiado ao respirar, aperto ou dor no peito, especialmente à noite ou nas primeiras horas da manhã;
  • Resultados positivos nos exames para diagnosticar a asma;
  • Melhora dos sintomas após o uso de remédios para asma como broncodilatadores ou anti-inflamatórios, por exemplo;
  • Presença de 3 ou mais episódios de chiado ao respirar nos últimos 12 meses;
  • História familiar de asma;
  • Exclusão de outras doenças como apneia do sono, bronquiolite ou insuficiência cardíaca, por exemplo.

Depois do médico fazer o diagnóstico da asma através destes parâmetros, ele determina a gravidade e o tipo da asma, avalia qual o melhor tratamento e controla o paciente regularmente, ajustando o tratamento, de forma a que a asma fique controlada.

O que fazer após confirmado o diagnóstico

Após confirmar o diagnóstico e antes de recomendar o tratamento, o médico precisa identificar a gravidade dos sintomas e entender alguns dos fatores que parecem levar ao surgimento dos sintomas. Dessa forma, é possível adaptar melhor as doses dos medicamentos e até o tipo de remédios utilizados.

Os fatores que normalmente contribuem para o surgimento de uma crise de asma incluem infecções respiratórias, alterações do clima, poeira, mofo, alguns tecidos ou uso de medicamentos. Ao longo do tratamento é importante evitar os fatores identificados para evitar o surgimento de novas crises e até diminuir a intensidade dos sintomas, quando surgem.

Embora alguns fatores desencadeantes possam ser identificados no momento do diagnóstico, outros podem ser identificado ao longo dos anos, sendo sempre importante informar o médico.

Veja uma lista mais completa de causas que podem provocar uma crise de asma.

Como é avaliada a gravidade da asma

A gravidade da asma pode ser classificada segundo a seguinte tabela:

Leve Moderada Grave
Sintomas Semanais Diários Diários ou contínuos
Acordar durante a noite Mensal Semanal Quase diária
Necessidade de usar um broncodilatador Eventual Diária Diária
Limitação nas atividades Em crises Em crises Contínua
Crises Afetam as atividades e o sono

Afetam as atividades e o sono

Frequentes

De acordo com a gravidade da asma, o médico orienta o tratamento adequado que geralmente envolve o uso de remédios para asma como remédios anti-inflamatórios e broncodilatadores. Saiba mais sobre o tratamento da asma.





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