Entenda o que é a Hipertricose: a síndrome do lobisomem

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A hipertricose, também conhecida popularmente como a síndrome do lobisomem, é uma condição extremamente rara na qual existe crescimento excessivo de pelos em qualquer lugar do corpo, podendo acontecer tanto em homens como em mulheres. Este crescimento exagerado do pelo pode até acabar cobrindo o rosto, o que acaba por contribuir para o nome de “síndrome do lobisomem”.

Dependendo da causa, os sintomas podem surgir logo durante a infância, quando a síndrome é causada por uma alteração genética, mas também pode aparecer apenas no adulto, devido a alterações como malnutrição, câncer ou uso de alguns tipos de medicamentos.

Ainda não existe uma cura para a hipertricose que consiga impedir o crescimento do pelo, assim é comum que as pessoas recorram as técnicas, como depilação a cera ou com gillette, para tentar reduzir temporariamente a quantidade de pelos e melhorar a estética, especialmente na região do rosto.

Como identificar a hipertricose

A hipertricose é caracterizada por um crescimento excessivo de pelos no corpo, no entanto, existem três tipos principais de pelo que podem surgir:

  • Cabelo velino: é um tipo de pelo curto que geralmente surge em locais como as solas dos pés, as orelhas, os lábios ou as palmas das mãos;
  • Cabelo lanugo: é caracterizado por um pelo muito fino, suave e, geralmente, sem coloração. Este tipo de pelo é comum nos primeiros dias de vida do recém-nascido, desaparecendo. No entanto, bebês que sofrem com hipertricose apresentam esse pelo permanentemente;
  • Cabelo terminal: é um tipo de pelo comprido, grosso e muito escuro, semelhante ao cabelo da cabeça. Este tipo de pelo é mais frequente  no rosto, sovacos e na virilha.

Diferentes casos de hipertricose podem apresentar diferentes tipos de pelo, não sendo necessário que todas as pessoas apresentem todos os tipos.

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Além do crescimento excessivo do pelo, em algumas pessoas com hipertricose também é relativamente comum o aparecimento de problemas nas gengivas e até falta de alguns dentes.

Como confirmar o diagnóstico

Normalmente o diagnóstico da hipertricose é feito clinicamento, isto é, através da observação dos sintomas e da avaliação médica de todo o histórico da pessoa. No caso da criança ou do bebê, esse diagnóstico pode ser feito pelo pediatra. Já no adulto, é comum que o diagnóstico seja feito pelo dermatologista ou, então, por um clínico geral.

O que causa a hipertricose

Ainda não se sabe a causa específica para o surgimento desta condição, no entanto, é possível observar vários casos de hipertricose em membros da mesma família. Assim sendo, é considerado que a hipertricose pode ser causada por uma mutação genética que vai passando de geração em geração dentro da mesma família, e que ativa o gene produtor de pelos comprimidos, que foi sendo desativado ao longo da evolução.

Porém, e como existem casos de pessoas que apenas apresentam hipertricose durante a vida adulta, também existem outros fatores que têm sido indicados como podendo causar a condição, nomeadamente casos de malnutrição extrema, uso prolongado de remédios, especialmente esteroides androgênicos, assim como casos de câncer ou doenças de pele, como porfiria cutânea tardia.

Como controlar a quantidade de pelos 

Uma vez que não existe uma forma de tratamento capaz de curar a hipertricose, normalmente é utilizada depilação para melhorar a estética corporal e tentar reduzir a quantidade de pelo. Algumas das técnicas mais utilizadas incluem:

  • Cera: remove os pêlos pela raiz permitindo que o seu crescimento seja mais lento, no entanto, é mais dolorosa e não pode ser utilizada no rosto e outros locais mais sensíveis;
  • Gillette: não provoca dor pois o pêlo é cortado perto da raiz com uma lâmina, porém os pêlos voltam a surgir mais rapidamente
  • Químicos: é semelhante à depilação com gillette, mas é feita com um cremes que dissolvem os pêlos, eliminando-os.
  • Laser: além de eliminar quase definitivamente os pêlos, diminuem as cicatrizes e irritações na pele que podem surgir com os outros métodos.

Devido ao uso excessivo de depilação podem surgir alguns problemas de pele, como cicatrizes, dermatite ou reações de hipersensibilidade, e por isso o dermatologista pode ser útil para orientar o melhor tratamento para reduzir o crescimento do pelo.





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